4 tecnologias odontológicas que seus pacientes querem que você use


Eles não estão mais dispostos a sentir dores durante procedimentos, se locomover muitas vezes aos consultórios ou se contentar com resultados que não os excelentes. E nem precisam! Nos últimos anos, muitas tecnologias odontológicas surgiram para facilitar a vida de pacientes e dentistas.

Planejamentos que mostram resultados antes mesmo do tratamento começar, gel que remove cáries de forma indolor e anestesia computadorizada são alguns dos métodos que resolveram grandes problemas da odontologia. Conheça-os abaixo!


4 tecnologias odontológicas que seus pacientes querem que você use


Digital Smile Design (DSD)

Criada pelo dentista brasileiro Christian Coachman, a ideia do Digital Smile Design (DSD) é produzir digitalmente o planejamento dos tratamentos dentários, incluindo o paciente de maneira ativa no processo e garantindo mais segurança sobre os resultados.

Para isso, são utilizados análise de vídeos do paciente, softwares 3D, fotografias e outras ferramentas. Todo esse material coletado é enviado a um programa de computador, que simula as modificações que serão realizadas. Desse modo, o paciente consegue visualizar o resultado do tratamento antes dele acontecer.

O DSD também trabalha com o novo conceito de “odontologia emocional”, buscando desenvolver um sorriso que não apenas esteja em harmonia com o rosto, mas também com a personalidade de cada paciente.

A importância de aprender sobre o Digital Smile Design está em tornar-se um melhor designer, já que desenho do sorriso é o princípio primário que guiará um plano de tratamento moderno. É por isso que, no IOA, única escola de odontologia premium do Brasil, a técnica de DSD faz parte do conteúdo programático de diversos cursos!


Anestesia computadorizada

A anestesia computadorizada utiliza um aparelho eletrônico que injeta o produto anestésico por um dispositivo parecido com uma caneta, que é manipulada pelo dentista. Isso facilita a aplicação do medicamento, já que controlar a velocidade da introdução da agulha e o fluxo de liberação do líquido anestésico, ao mesmo tempo, costuma ser uma tarefa difícil ao profissional da área.

Já no método da anestesia computadorizada, a anestesia é injetada na menor quantidade necessária e sua aplicação é mais lenta e suave que a tradicional. Ao paciente, o método evita a dor e o incômodo causados na introdução da agulha. O vídeo abaixo apresenta o procedimento a quem deseja saber mais!




Impressora 3D Cerec

Essa é considerada uma das principais inovações tecnológicas na odontologia – e não é para menos. Com ela, os dentistas podem confeccionar próteses dentárias, coroas e até facetas em tempo recorde, dispensando as várias visitas do paciente ao dentista.

O sistema consiste em um computador conectado a um scanner intraoral, um software específico e uma fresadora. Com a câmera e o software, o dentista consegue uma imagem perfeita da boca do paciente, que é enviada ao computador. O software realiza a transição para o 3D e envia à fresadora, que esculpe a prótese ou a faceta. Tudo isso em cerca de 30 minutos!

O método começou a ser usado inicialmente na Alemanha e, hoje, já faz parte da prática clínica de alguns consultórios. Assim, não é mais preciso moldar o paciente para a confecção de uma peça - o que costuma levar muitos dias e causar certo desconforto a algumas pessoas.

Pensando em auxiliar o profissional da odontologia a oferecer um tratamento premium aos pacientes, o IOA possui cursos, aperfeiçoamentos e imersões que englobam impressoras 3D. São aprendizados que, quando implantados nos consultórios, fazem a pessoa em tratamento sentir-se mais segura com relação aos resultados e satisfeita com a economia de tempo gerada.


Seringa estéril


Descartável, produto tem design discreto e cápsula que evita contato com a mucosa oral do paciente.
(Foto: Reprodução/VisconMed)

As seringas que são comumente utilizadas em procedimentos com anestesia local são fabricadas há mais de 100 anos, com o mesmo design. Já dá para deduzir que o objeto não é o mais eficiente quando os objetivos são evitar contaminações e tranquilizar pacientes que têm medo de agulha, certo?

Como suas laterais são abertas, os frascos de anestésicos, conhecidos como tubetes - que não são estéreis -, tocam na mucosa oral, diminuindo a segurança do paciente.
Além disso, os anestésicos mais modernos são fabricados em tubetes de vidro que, eventualmente, podem se quebrar dentro da boca do paciente; outro ponto fraco das atuais seringas é o estresse que elas causam em muitas pessoas.

Uma invenção recente tem tudo para solucionar esses problemas. A seringa JetClean possui uma cápsula envolvente, que não permite o contato do tubete anestésico com a mucosa bucal. Além disso, o equipamento é descartável e possui design discreto, projetado para reduzir a ansiedade dos pacientes durante os procedimentos anestésicos.


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